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    Reunião com Associações de Refugiados

    Da esquerda para a direita: Sr Mubarak (Somália), Cor Jorge Eduardo, Eng Fidélio Guerreiro, Dr Alexander Kweh (Libéria), Dra Miriam Guimarães, Sr. Ahmed (Somalia)
    Com o objectivo de conhecer melhor e integrar Associações que lidam com migrantes, a AEMIREP foi ao encontro da ARP (Associação de Refugiados de Portugal) para conhecer um pouco de suas actividades, de forma que acções complementares e melhorias efectivas possam ser desenvolvidas em parceria. 
    O encontro ocorreu no espaço co-work que funciona no CNAIM (Centro Nacional de Apoio à Integração de Migrantes), local de actuação da ARP.
    O diretor, Dr. Alexander Kweh (juntamente com os Srs. Ahmed e Mubarak), dentre outros assuntos, nos deu um panorama sobre a realidade com que lidam no dia-a-dia: refugiados originários, principalmente, da Síria, Somália, Eritreia, Iraque, Sudão e Etiópia. Eles nos apresentaram outras instituições parceiras que também actuam com migrantes: APIRP (Associação de Apoio a Imigrantes e Refugiados de Portugal), UREP (União de Refugiados de Portugal), Associação Home Without Borders e Associação Family of Refugees.
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    Reunião com ACM

    Da esquerda para a direita: Cor Jorge Eduardo, Dra Luísa Malhó, Dra Nilzete Pacheco, Eng Fidélio Guerreiro, Dr Pedro Calado, Dra Carla Branco, Dra Alexandrina Pascoa e Dra Miriam Guimarães.

    A Associação Empresarial de Migrantes e Refugiados de Portugal (AEMIREP), que tem como um dos principais objetivos apoiar o acolhimento e a integração fomentando o empreendedorismo e uma cultura que possibilite o potencial empreendedor, tem-se mostrado ativa e focada em ser um agente facilitador ao empreendedor que quer investir e fazer negócios em Portugal.

    Neste sentido, reunimos no passado dia 5 de Junho com o Alto Comissariado para as Migrações, dando a conhecer a nossa organização e abordando formas de colaboração futuras. Tendo esta reunião contado com a presença do Alto-comissário para as Migrações, Dr Pedro Calado, acompanhado da Diretora do Departamento de Apoio à Integração e Valorização da Diversidade, Dra Luísa Ferreira Malhó e com os membros da AEMIREP, o Presidente Fidélio Guerreiro, e a Vice-Presidente, Nilzete Pacheco, bem como outros elementos da associação.

    A AEMIREP visa ser uma instituição global, plural e coesa, reconhecida como referência na sua área de atuação. Estando orientada para a inclusão, consolidando as respostas e as necessidades empreendedoras de uma forma proativa e sustentada. E é nesse sentido que tem trabalho, primando a qualidade, proatividade e inovação.

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    Portugal entre os sete melhores países da Europa para investimento imobiliário

    Portugal foi eleito pela Forbes como um dos sete melhores países para acolher cidadãos estrangeiros que estejam à procura de segunda casa ou de um passaporte europeu. A revista norte-americana dá um destaque especial ao país, que oferece inúmeras vantagens fiscais a quem “vem de fora”.

    Veja a reportagem completa em:
    https://www.forbes.com/sites/kathleenpeddicord/2019/05/22/seven-best-places-to-get-residency-and-a-second-passport-in-europe/#3f00ffb9c34f

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    Portugal on the Move

    By Natasha Donn 2019-05-03 Posted  2019-05-03 InPortugal

    Association seeks to support migrant and refugee ‘entrepreneurs’

    Association seeks to support migrant and refugee ‘entrepreneurs’

    With more than 420,000 migrants registered in Portugal and 1,600 refugees ‘dispersed throughout the country’ a new association is seeking to support and promote the winning ideas of ‘new arrivals’.

    The latest “Fair of Migrant Entrepreneurship” is being held in Lisbon this weekend, with promotor Fidélio Guerreiro telling Jornal Económico, “information and legislation are not easily available”.

    Thus his attempt to ‘represent’ the sector within a new body encompassing yet another set of initials: AEMIREP – standing for the business association of Portuguese migrants and refugees.

    AEMIREP sets out to “agilise the documental process that either legalises or excludes those keen to live in invest in this country within a maximum period of three months”.

    The great attraction of Portugal for migrants and refugees centres on the safety of this country, said Guerreiro, as well as the “extremely welcoming way” that foreigners are received by Portuguese people in general.

    The weekend event at Museu de Lisboa has been financed by the capital’s Municipal Plan for Migrant Integration 2018-2020, and a number of other organisations, including the High Commission for Migrations.

    Explained Guerreio, support up till now for entrepreneurial ideas, particularly ‘small projects’ has been “completely insufficient”.

    He told JE: “It’s not enough to simply integrate and help people create projects. It is fundamental that business people are accompanied for a minimum period of three years to increase their companies’ (possibilities of) success” bearing in mind that risks in the early stages are “enormous”.

    natasha.donn@algarveresident.com

    Fonte: https://www.portugalresident.com/2019/05/03/association-seeks-to-support-migrant-and-refugee-entrepreneurs/

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    Associação quer apoiar empreendedores migrantes e refugiados em Portugal

    “Já há mais de 420 mil migrantes e 1.600 refugiados dispersos pelo país A informação e a legislação não esta facilmente disponíveis”, afirma Fidélio Guerreiro ao Jornal Económico. A segunda edição da Feira do Empreendedorismo Migrante realiza-se este fim de semana, em Lisboa.

    Os empreendedores estrangeiros têm um novo representante em Portugal, que os promete ajudar a escalar pequenas empresas que tenham criado. A Associação Empresarial de Migrantes e Refugiados de Portugal (AEMIREP), fundada em janeiro, pretende criar uma rede de cooperação entre fundações, associações e autarquias e agilizar o processo documental que legalize ou exclua os interessados viver e investir no país num prazo máximo de três meses.

    Liderada por Fidélio Guerreiro, esta entidade sem fins lucrativos surgiu de uma exigência concreta de 48 empresas migrantes. “A informação e a legislação não esta facilmente disponíveis pois, já há mais de 420 mil migrantes e 1.600 refugiados dispersos pelo país, com maior concentração em Lisboa, Algarve e Setúbal. Apesar do enorme esforço que o Alto Comissariado para as Migrações (ACM) tem feito, não é possível responder a tantas solicitações e com tanta dispersão geográfica”, explicou ao Jornal Económico o antigo vice-presidente da AIP – Associação Industrial Portuguesa.

    Fidélio Guerreiro também teve o seu percurso enquanto empreendedor. Começou por trabalhar na norte-americana Control Data, mas criou o seu próprio negócio Vervite – Embalagem de Portugal e presidiu à Associação Empresarial da Região de Setúbal e ao Movimento “Pensar Setúbal”. Na sua opinião, as startups fazem parte de uma estratégia bem delineada pelo IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação, que qualifica e avalia as iniciativas oriundas qualquer parte do mundo, no âmbito de uma rede de incubadoras certificadas existentes em todo país.

    No entanto, o engenheiro considera que é necessário separar os grandes investimentos de estrangeiros, que “têm tratamentos próprios especializados”, dos pequenos projetos de empresários migrantes e refugiados, onde “existe muita vontade, mas os apoios são completamente insuficientes”. “Não basta integrar e ajudar a fazer projetos. Torna-se fundamental acompanhar os empresários num prazo mínimo de três anos para aumentar o quadro de sucesso das empresas, cujos riscos nesta fase são enormes”, defende, em declarações ao semanário.

    A apresentação AEMIREP surge a par com a segunda edição da Feira do Empreendedorismo Migrante, que se realiza este fim de semana (entre os dias 4 e 5 de maio), no Museu de Lisboa. Este ano vão participar 62 empresas de 15 países, com cerca de 100 expositores, e a organização espera que o encontro possa gerar clusters na cultura e artesanato e fomentar a inovação e o uso de novas tecnologias. “A grande atração dos estrangeiros, sejam migrantes ou refugiados, passa pela segurança do país, quarto ao nível mundial e, pela maneira extremamente simpática e acolhedora como são recebidos pelos portugueses”, afirma. O evento é financiado pelo Plano Municipal de Integração de Migrantes 2018-2020 da Câmara Municipal de Lisboa e apoiado pela EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural e Alto Comissariado para as Migrações, entre outras organizações.

    Paralelamente, esta semana abriram também as candidaturas ao 6º programa Launch In Lisbon, que ajuda empreendedores estrangeiros a fixarem-se em Portugal. A formação é organizada pela incubadora Startup Lisboa em conjunto com a seguradora Fidelidade e parceiros como a sociedade de advogados PLMJ, as consultoras Deloitte e Moss&Cooper, a empresa de recrutamento Hays e a imobiliária JLL .

    Fonte: https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/associacao-quer-apoiar-empreendedores-migrantes-e-refugiados-em-portugal-439986